O caminho tem quatro paradas: o crawler lê a página do produto; o que ele encontra de avaliação vira contexto do roteiro; o roteiro vira cenas; as cenas viram um MP4 vertical. Dois detalhes mudam tudo: no máximo oito avaliações entram no roteiro, e o rascunho sai em primeira pessoa. Atribuir a origem é trabalho seu. Fluxo conferido no código em 03/09/2026.
Preços e regras de crédito conferidos em 30 de setembro de 2026; estado da ferramenta conferido no código-fonte em 03/09/2026; fontes no rodapé. Transparência: quem publica este guia é o LikeFlow, que vende a ferramenta descrita aqui. Por isso ele mostra também o ponto exato em que o rascunho automático pode te colocar em risco, e o que você precisa corrigir à mão antes de publicar. Este é um texto de divulgação, não um parecer jurídico.
O essencial
- O caminho é curto e tem um único ponto de decisão humana: a tela em que você revisa o texto de cada cena. Tudo o que estiver errado ali sai no arquivo.
- Nem sempre o texto literal da avaliação chega à ferramenta. Na Amazon, o texto das avaliações costuma ficar atrás de login; nesse caso o que o crawler leva adiante é o resumo automático que a própria loja publica, mais as fotos e vídeos enviados por compradores.
- Entram no máximo oito avaliações por roteiro. É um corte fixo nos dois trechos de código que montam o pedido ao modelo — não muda com o tamanho da página.
- O rascunho sai em primeira pessoa, como se o apresentador fosse o comprador. O prompt pede isso com todas as letras. Corrigir e dizer de onde veio a avaliação é trabalho seu, e é o miolo deste artigo.
- Sem avaliação na página, o ângulo fica bloqueado. A opção aparece desabilitada com o aviso “São necessárias avaliações de clientes” — a ferramenta não inventa prova que não existe.
O que acontece entre a avaliação do comprador e o arquivo MP4?
Quatro paradas, e você só encosta a mão em duas. As outras duas rodam sozinhas — e é justamente por isso que vale saber o que elas fazem. A tabela abaixo é o caminho inteiro em uma tela.
| Parada | O que entra | Quem trabalha | O que você controla |
|---|---|---|---|
| 1. Leitura da página | O link que você cola | O crawler | A escolha do produto — e só. Página pobre em avaliação gera vídeo pobre em argumento |
| 2. Montagem do contexto | Até oito avaliações com texto e nota, mais a nota geral do produto, mais o resumo automático da loja e a mídia enviada por compradores | O crawler e o app | Nada. Não há tela para escolher quais avaliações entram |
| 3. Roteiro por cena | Esse contexto, dentro de um prompt que pede depoimento em primeira pessoa | O modelo escreve · você revisa | Tudo o que importa. É aqui que você reescreve a frase em primeira pessoa e diz de onde veio a avaliação |
| 4. Renderização | As cenas aprovadas por você | A fila de renderização | Nada — e não precisa. O que você aprovou é o que sai |
A conta por vídeo em cada plano está em 100 vídeos por mês com IA. Aqui o assunto é outro: o que acontece com a avaliação de um estranho enquanto ela atravessa esse caminho.
Qual parte da avaliação realmente chega ao roteiro?
Menos do que a maioria das pessoas imagina, e quase nunca a avaliação inteira. O modo de avaliação não recebe “as avaliações do produto”: recebe uma lista cortada em oito itens, cada um com o texto e a nota em estrelas, mais a nota geral. Quando o texto não está acessível, ele trabalha com sinais indiretos.
| Sinal | De onde vem | Limite que você precisa conhecer |
|---|---|---|
| Texto de avaliações individuais | Da página do produto, quando está visível sem login | Só os oito primeiros itens da lista entram no pedido ao modelo. Não há tela para escolher quais |
| Nota do produto (estrelas) | Da página do produto | É injetada no prompt junto com um exemplo de frase pronta. Esse exemplo é a maior armadilha do modo — a seção seguinte trata dela |
| Resumo automático da loja | Do bloco que a própria loja publica resumindo o que os compradores dizem — resumo gerado pela loja, não por nós | É resumo, não citação. Ninguém escreveu aquela frase daquele jeito |
| Fotos e vídeos enviados por compradores | Da página do produto | Contam como prova de avaliação para liberar o ângulo, mesmo sem nenhum texto |
Há um caso muito comum que decide qual dessas linhas você vai usar: na Amazon, o texto das avaliações costuma ficar atrás de login. Quando isso acontece, o crawler segue adiante com o resumo automático da loja e a mídia dos compradores, e o roteiro é escrito a partir disso. O efeito prático é direto: o vídeo não está citando ninguém. Escrever qualquer coisa que soe como citação de uma pessoa específica é inventar.
Por que o rascunho sai em primeira pessoa — e por que isso é problema seu
Porque é exatamente o que o prompt pede. A instrução aparece igual em dois arquivos do nosso código, o do app e o do serviço que fala com o modelo:
“Write the script as a first-person testimonial from a real customer.”
Traduzindo o efeito prático: o modelo recebe a ordem de escrever como se quem aparece no vídeo fosse o comprador que avaliou o produto. Ele não recebe nenhuma ordem de dizer de onde veio a informação, e não existe botão de “citar a avaliação”. Se você publicar o rascunho como ele sai, você está apresentando como depoimento algo que ninguém disse.
Há uma segunda linha, presente no arquivo do app, que injeta a nota do produto acompanhada de um exemplo de frase pronta — o trecho entre chaves é o lugar onde a nota real é encaixada:
“rated ${rating} stars by thousands of happy customers”
Repare em “thousands”. A nota vem mesmo da página — a quantidade, não. Essa palavra é texto fixo do exemplo e não é contada a partir das avaliações que o crawler leu. Um produto com doze avaliações continua recebendo um exemplo que fala em milhares. É a primeira frase que você deve procurar e apagar na revisão.
Nada disso é defeito do modelo nem alucinação: é uma escolha de prompt que serve bem para um vídeo de marca própria e serve mal para um vídeo construído sobre avaliação alheia. Com esse prompt, a atribuição é um passo manual, e nós preferimos escrever isso aqui a deixar você descobrir depois.
Como reescrever a cena para não virar depoimento falso
Três frases por vídeo resolvem quase tudo, e todas ficam na tela de revisão do roteiro. A regra que usamos internamente cabe em uma linha: o vídeo pode dizer o que as avaliações dizem, desde que diga que são as avaliações que estão dizendo.
| Como o rascunho costuma sair | O problema | Uma forma de reescrever |
|---|---|---|
| “Eu usei por três semanas e não largo mais” | Depoimento em primeira pessoa de uma experiência que ninguém teve | “Nas avaliações da página, quem já comprou repete o mesmo ponto: usa todo dia” |
| “Avaliado com 5 estrelas por milhares de clientes satisfeitos” | A quantidade é texto fixo do exemplo do prompt, não uma contagem | “Nota 4,6 na página do produto” — ou nada, se você não consegue conferir o número na hora |
| “A Ana, de São Paulo, disse que…” | Personagem inventado; e, mesmo com avaliação real, você não tem autorização de ninguém | Não use nome. “Um dos comentários mais recorrentes é…” |
| “Resolveu meu problema de pele em uma semana” | Promessa de resultado que a avaliação de um comprador não sustenta | Corte a promessa. Descreva a característica do produto e deixe o resultado de fora |
Antes de usar qualquer linha da tabela: as reescritas acima só valem se você tiver lido as avaliações na página. Se o texto estiver atrás de login e tudo o que existe for o resumo automático da loja, diga exatamente isso — “segundo o resumo de avaliações publicado na própria página do produto” — e não escreva o que “os compradores dizem”. Resumo não é citação, e atribuir a compradores uma frase que você não leu é o mesmo erro da coluna da esquerda, só que mais difícil de perceber.
E cuidado com as reescritas que afirmam repetição. Dizer que “quem já comprou repete o mesmo ponto” ou que algo é “um dos comentários mais recorrentes” é uma afirmação sobre o conjunto das avaliações — e ela precisa ser verdadeira do mesmo jeito que qualquer outro dado do anúncio. O roteiro não mede recorrência: ele recebe no máximo oito avaliações e nenhuma contagem. Quem confere se o ponto realmente se repete é você, lendo a página. Se leu uma avaliação só, escreva no singular — “em uma das avaliações da página, um comprador diz que…” — em vez de transformar um comentário isolado em consenso.
Duas checagens rápidas fecham a revisão. Primeira: releia a cena de abertura e pergunte “quem está afirmando isso?”. Se a resposta for “um comprador que não existe”, reescreva. Segunda: procure todo número que apareça no roteiro e confirme se ele está mesmo na página do produto. Número que você não consegue apontar na página não vai para o vídeo.
E se o produto não tiver avaliação nenhuma?
O ângulo simplesmente não abre — e isso é proposital. Na tela de escolha do ângulo do anúncio, a opção “Avaliação de usuário” (ou “Avaliação de usuário (UGC)”, no formato com apresentador) aparece desabilitada com o aviso “São necessárias avaliações de clientes”. Se você tentar enviar assim mesmo, o app responde “O produto não tem avaliações que sirvam de prova” e não gera aquele vídeo — os outros ângulos seguem normalmente. Conferido no código em 03/09/2026.
Vale conhecer o critério, porque ele é mais largo do que parece: a trava considera que existe prova quando há avaliações com texto, ou um resumo automático da loja que não seja só uma linha solta, ou mídia enviada por compradores. Ou seja, o ângulo pode abrir num produto cujo texto de avaliação você nunca viu. Motivo a mais para a revisão do roteiro não ser opcional.
O que a lei brasileira cobra de quem usa avaliação alheia num anúncio
Três camadas, e duas delas não dependem de nenhuma lei nova sobre IA.
1. Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990). O art. 37 proíbe a publicidade enganosa; o § 1º alcança a informação publicitária falsa no todo ou em parte e também a que, por qualquer outro modo, é capaz de induzir o consumidor a erro sobre características, qualidade, quantidade ou origem do produto; o § 3º trata como enganosa por omissão a publicidade que deixa de informar dado essencial. O art. 30 vem pelo outro lado: informação suficientemente precisa veiculada no anúncio obriga quem anunciou. Aplicado ao nosso caso, fica bem concreto — um depoimento em primeira pessoa que ninguém deu é informação falsa sobre a origem da recomendação, e “milhares de clientes” num produto com doze avaliações é informação falsa sobre a aceitação dele.
2. CONAR. O princípio é anterior a qualquer discussão sobre IA: o anúncio precisa ser identificável como anúncio, e um testemunhal precisa ser genuíno. Um roteiro escrito por modelo, em primeira pessoa, não é testemunho de ninguém. Citamos o princípio e não o número do artigo de propósito: o site do CONAR recusa leitura automatizada, e preferimos não citar numeração que não conseguimos conferir.
3. Rótulo de conteúdo gerado por IA. Em 30 de setembro de 2026, o PL 2338/2023 — o marco legal da IA — segue em tramitação na Câmara dos Deputados, com situação “Aguardando Parecer” na Mesa; ainda não há, portanto, lei geral que obrigue a rotular conteúdo gerado por IA no Brasil. A exceção é a propaganda eleitoral: nela, o TSE já obriga a informar de modo explícito o uso de IA. As plataformas não esperaram a lei — o TikTok pede rótulo para conteúdo realista feito com IA, e oferece a ferramenta de rotulagem desde 19/09/2023.
Na hora de postar, tudo isso vira uma linha só no texto da publicação, mais o rótulo nativo de conteúdo gerado por IA da plataforma:
Publi · vídeo criado com IA · trechos baseados nas avaliações da página do produto · comprando pelo link, eu ganho comissão
O que este caminho não faz
Esta seção existe porque quem explica a própria ferramenta costuma parar no “e pronto”:
- Não confere se a avaliação é verdadeira. A ferramenta lê o que está publicado na página. Se a página tem avaliação comprada, o vídeo repete o que ela diz.
- Não atribui a origem por você. Não existe botão de “citar a avaliação”, e o roteiro não sai com nenhuma marca de procedência. A frase de atribuição é escrita por você, na revisão.
- Não pede autorização de quem escreveu a avaliação. Por isso a recomendação de não usar nome de pessoa nenhuma.
- Não decide se o seu vídeo precisa de rótulo de IA. Essa leitura é sua e depende de onde você vai publicar.
- Não checa os termos de uso da loja. Reaproveitar texto de avaliação também esbarra nas regras da própria loja, e cada uma tem a sua — leia antes de reutilizar trecho literal.
- Não publica por você. O caminho termina no arquivo MP4 baixado.
- Não entrega vídeo sem marca d'água no plano grátis. Os 5 créditos do cadastro saem com a marca d'água do LikeFlow no MP4; a exportação sem marca d'água é o que a página de preços anuncia nos planos pagos.
- Não cria apresentador com o seu rosto. Não há clone do seu rosto.
Quanto custa e onde vai o seu tempo
Um vídeo feito a partir de avaliação custa o mesmo que qualquer outro: 1 crédito por vídeo padrão de até 30 segundos e 5 créditos no formato de avaliação com apresentador (UGC). O cadastro dá 5 créditos grátis, sem cartão — dá para um vídeo UGC ou cinco vídeos padrão. Nos preços conferidos em 30 de setembro de 2026, os planos mensais em reais começam em R$ 149 (US$ 29 na tabela em dólar) por 100 créditos, e os créditos são alocados mensalmente, sem acumular de um mês para o outro. A conta completa por vídeo em cada plano está em 100 vídeos por mês com IA.
O custo que ninguém coloca na planilha é o outro: o tempo de revisão. Depois do primeiro vídeo, a nossa estimativa é de 2 a 5 minutos de trabalho humano por peça — estimativa da nossa equipe, não medição publicada. Vídeos feitos a partir de avaliação tendem a ficar na ponta de cima dessa faixa, porque é neles que está a frase em primeira pessoa para reescrever. Continua sendo pouco; o que não dá é fingir que é zero.
Perguntas frequentes
O LikeFlow usa as avaliações reais dos compradores para montar o vídeo?
Usa o que consegue ler na página do produto. Quando há avaliações visíveis, até oito delas entram no contexto do roteiro, junto com a nota do produto. Na Amazon, o texto das avaliações costuma ficar atrás de login; nesse caso, o que segue adiante é o resumo automático que a própria loja publica e a mídia enviada por compradores. Em nenhum dos casos o vídeo cita uma pessoa identificada: quem escreve a atribuição no roteiro é você. Fluxo conferido no código em 03/09/2026.
Quantas avaliações entram no roteiro?
No máximo oito. Os dois trechos de código que montam o pedido ao modelo cortam a lista em oito avaliações, cada uma com o texto e a nota em estrelas. Não há tela para você escolher quais entram — a ordem vem da página do produto. Se o produto tem trezentas avaliações, o roteiro continua sendo escrito a partir de oito. Conferido no código em 03/09/2026.
Posso publicar o vídeo do jeito que a IA escreveu?
Não é recomendável. Do jeito que sai, o rascunho é um depoimento em primeira pessoa que ninguém deu, e apresentar como depoimento algo que ninguém disse é exatamente o tipo de informação sobre origem que o Código de Defesa do Consumidor trata como publicidade enganosa. O prompt do modo de avaliação pede um roteiro em primeira pessoa, como se fosse o depoimento de um cliente real, e o arquivo do app ainda injeta a nota do produto com um exemplo de frase que fala em “milhares de clientes satisfeitos” — palavra que é texto fixo do exemplo, não uma contagem das avaliações lidas. A correção é sua, na tela de revisão do roteiro. Conferido no código em 03/09/2026.
É legal usar avaliações de outros compradores em vídeo de afiliado no Brasil?
Resumir o que está publicado numa página de produto não é o problema; a forma é. O Código de Defesa do Consumidor proíbe a publicidade enganosa no art. 37: o § 1º alcança a informação publicitária falsa no todo ou em parte e a que, por qualquer outro modo, é capaz de induzir o consumidor a erro, e o § 3º trata como enganosa por omissão a que deixa de informar dado essencial. O art. 30 acrescenta que informação suficientemente precisa veiculada no anúncio obriga quem anunciou. Some a isso o princípio do CONAR de que o anúncio precisa ser identificável como anúncio e o testemunhal precisa ser genuíno. Na prática: diga de onde veio a avaliação, não invente quantidade de clientes e não transforme o apresentador em comprador. Isto é divulgação, não parecer jurídico — o texto oficial da Lei 8.078/1990 está no link do rodapé.
E se o produto não tiver avaliação nenhuma?
O ângulo de avaliação fica bloqueado. Na tela de escolha do ângulo, a opção “Avaliação de usuário” aparece desabilitada com o aviso “São necessárias avaliações de clientes”; se você tentar enviar mesmo assim, o app responde “O produto não tem avaliações que sirvam de prova” e não gera aquele vídeo. Os outros ângulos continuam disponíveis. A trava aceita como prova avaliações com texto, um resumo automático da loja que não seja só uma linha solta ou mídia enviada por compradores. Conferido no código em 03/09/2026.
Quanto custa um vídeo feito a partir de avaliações?
O mesmo que qualquer outro vídeo do LikeFlow: 1 crédito por vídeo padrão de até 30 segundos e 5 créditos no formato de avaliação com apresentador (UGC). O cadastro dá 5 créditos grátis, sem cartão — o suficiente para um vídeo UGC ou cinco vídeos padrão. Estes números aplicam só as duas regras publicadas — 1 crédito por vídeo de 30 segundos e 5 por vídeo UGC com apresentador. As ações de edição dentro do LikeFlow têm custo próprio em créditos, mostrado no botão antes de você gastar, então um mês que use essas ações termina com menos peças do que aparece aqui. Os planos mensais em reais começam em R$ 149 (US$ 29 na tabela em dólar) por 100 créditos, e os créditos são alocados mensalmente, sem acumular de um mês para o outro. Preços conferidos em 30 de setembro de 2026.
Veja o rascunho antes de decidir
Cole o link de um produto e veja o LikeFlow transformá-lo em vídeo — sem gastar nada para descobrir se o formato serve para você. Depois abra a tela de roteiro e leia a primeira cena: é ali que este artigo inteiro se aplica.
Comece a criar grátis Sem cartão de crédito. 5 créditos grátis no cadastro — seu primeiro vídeo em minutos.Fontes: preços, créditos e regras de cobrança — likeflow.ai/pt-br (conferido em 30 de setembro de 2026) · publicidade enganosa, enganosa por omissão e força vinculante da oferta, arts. 30 e 37 da Lei 8.078/1990 — Código de Defesa do Consumidor (texto oficial; o conteúdo dos dispositivos foi descrito a partir de fontes secundárias em 03/09/2026, porque o site oficial recusou leitura automatizada) · princípio de identificação da publicidade e exigência de testemunhal genuíno — Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (site recusa leitura automatizada; citamos o princípio, não o texto) · tramitação do PL 2338/2023 — proposição 2487262 (conferido em 30 de setembro de 2026) · política de rotulagem de conteúdo gerado por IA e lançamento da ferramenta de rotulagem em 19/09/2023 — sala de imprensa do TikTok. Método: o comportamento da ferramenta descrito aqui — as quatro paradas, o corte em oito avaliações, o texto do prompt e a trava do ângulo de avaliação — foi lido diretamente no código-fonte do LikeFlow em 03/09/2026, não em material de divulgação. Não transcrevemos literalmente os dispositivos do Código de Defesa do Consumidor: descrevemos o conteúdo e indicamos o número do artigo, e o texto oficial está no link acima. O tempo de 2 a 5 minutos por vídeo é estimativa da nossa equipe, não medição publicada. Preços e regras mudam: confira a página oficial.
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